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Sexta-feira, Abril 30, 2004
Voce chegou mas não está... Estou ausente tentando ficar. Por onde estamos? Qual o caminho que não andamos? Me traga de volta, jogue fora toda essa sanidade que me enlouquece. Em minha fuga eu permaneço... Traga-me de volta ao recomeço... By Me... :::Desabafado
às 18:50 por Anna Karenina (Paty).
Quinta-feira, Abril 29, 2004
No escuro vazio ela retira, entre tantos que rebrilham solitários, o brilho dos olhos quer quer postar em si.... By Me Gosto de poder escrever assim, sentindo tudo em mim e por mim, mas sem deixar que a dor me machuque. Na verdade ela nem tem chegado tão perto assim... Não procuro mais interromper as minhas buscas, nem as que faço à procura de respostas, por mais infecundas que sejam. Aprendi que tudo é transitório, só não sei o quanto tudo pode durar. vai ver que chegará quando eu não mais estiver aqui para saber, ou quando não fizer mais diferença alguma.... :::Desabafado
às 19:57 por Anna Karenina (Paty).
Quarta-feira, Abril 28, 2004
No horizonte azulado nasce a noite abrindo suas asas como uma graúna mansa e sutil... Seus olhos brilham no espaço vago entre o bater das asas e seu coração prateia os sorrisos dos que aguardam o vôo final.... By Me O que dizer à noite lá fora quando não ouço mais o seu silêncio? E o que posso dizer a mim mesma quando me esvaio em luz no escuro do meu grito vazio? Queria entender o que me diz o vento, enquanto passeia, levemente frio, por sobre a minha pele quente. Mas o que mais me entriga é a lua lá fora... seu sorriso... Será que ela sorri para mim ou de mim???? :::Desabafado
às 19:48 por Anna Karenina (Paty).
Terça-feira, Abril 27, 2004
Pintei as unhas de vermelho forte e escuro... Banhei-me e dancei em meu ritual no escuro... Deixei brotar a primavera em meu ventre enquanto esperava passar a tarde longa, quente e outonal. Quis uma noite quente e úmida de verão; mas fez um triste frio de um obscuro inverno... E as unhas se clarearam num nevado tom sem sonhos.... By Me :::Desabafado
às 20:10 por Anna Karenina (Paty).
Segunda-feira, Abril 26, 2004
É um gato preto bem acima do telhado. Seu pêlo escuro mistura-se com a noite densa e só o que brilha é o seu sorriso largo, como o do gato de Alice... By Me O final de semana foi de uma paz inesperada, ao que parece, os anjos quiseram me dar um dia de alívio total (o domingo) para eu aguentar a descarga da segunda... Mas tudo bem... eu aguento. Não estou triste, sei lá, chateada.. mas assuntos de trabalho são assim mesmo... Há dias em que é só chateação, e por isso não vou ficar remoendo.. Não vale à pena e não há como melhorar... então... Deixa quieto mesmo. Nada como um dia após o outro.... :::Desabafado
às 20:00 por Anna Karenina (Paty).
Sexta-feira, Abril 23, 2004 ![]() Eles voltaram, como sempre insistentemente voltam, como quem não quer nada, e não querem mesmo. Voltam com os olhos carregados de promessas antigas em beijos já há muito tempofrios. Voltam com parcos abraços e cálidos sorrisos. Voltam com seus presentes já descobertos e entregues às outras. As promessas desfeitas voltando, juntas, à boca seca. Mãos ásperas que percorrem macias pelos cabelos curtos e lisos.... cabelos de fogo, ébano e mel queimado. Tudo volta, fino e transparente, com a leveza inesperada e natural da lembrança.... :::Desabafado
às 20:11 por Anna Karenina (Paty).
Quinta-feira, Abril 22, 2004 ![]() Lá vamos nós de novo.... É, ganhei outro celular. Do mesmo irmão e dessa vez tudo beleza, nada de presente de grego. Na terça-feira fui buscar o bixin azulzin pra levar pra casa nova.. Fui toda faceira, cheia de graça e risonha... peguei o Blue(nome oficial!!!)e fui trabalhar... Coloquei o Blue pra carregar e tudo lindo.. Depois de carregado vou fazer a primeira ligação para cadastrar o nùmero e ... SURPRESAAAAAAA!!!!!!!!!! - Senhora, este n° já está cadastrado para outro OI, desde março.. - Annnnn? Como assim por exemplo????? E agora o que é eu faço??????????? - A Senhora vai ter que voltar á loja na quinta feira para trocar o chip! - Hum.. certo.. fazer o quê né... Obrigada! Grrrrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!! Saio hoje, cedinho de casa e lá vou eu rumo a loja. Vamos trocar o número, beleza.. Fácil fácil trocado... Quando pedi para liberar os meu créditos (ah sim.. o Blue é um pré-pobre!!!)o mocinho que nada tinha de simpático, me mostra os dentes dizendo que não tenho mais créditos porque eu gastei os meus baixando toques de músicas e imagens gráficas!!! - Meu filho, eu nem uso esses fru-frus não!!! E eu nem liguei essa coisa.. - Mas está aqui ó!!!! Me mostrando o visor como se eu fosse a retardada-mor! - Eu estou enxergando, mas se você for um pouco mais esperto também, poderá perceber que eu não sou burra o suficiente para ter baixado a mesma música, toque ou seja lá q diabo for, duas vezes como está aí não é??? - Mas está aqui.... - E eu é q sei como essa pexti foi parar aí??? Eu quero os meus créditos de volta isso sim.... Eu já estava para soltar as cobras e lagartos que guardo para situações extremas, quando o dono da loja interviu e disse: - Algum problema???? - Todos meu senhor... Expliquei toda a ladainha e num é que o Bom Velhinho (que nada tem de papai Noel) me deu outro cartão???? Pois bem... terminou tudo bem.. Mas o atendimento da loja é péssimo! ´Mas vou te contar viu.. só comigo mesmo pra acontecer um barraco desses.. Afe... Tava desacostumada.... Mas tudo terminou bem e eu com celular novo na bolsa... PS: Não espalhem... não quero saber de ninguém me roubando de novo não!!!!!! :::Desabafado
às 20:21 por Anna Karenina (Paty).
Terça-feira, Abril 20, 2004
Leitosamente eu as extraio do seio que me invade a mente. Me chegam do escuro e profundo, claras como lírio. Me confundem e me explicam. Brotam na mente, se alimentam do que guardo em meu seio e se guardam quentes em meu ventre... Me fitam, moldam-me em sinuosa arquitetura de mim mesma. Minhas palavras, assim, constroem-me inteira, em prosa e verso... By Me... :::Desabafado
às 19:52 por Anna Karenina (Paty).
Segunda-feira, Abril 19, 2004 ![]() Ela temeu estar e ficar só. Gostava de seus momentos no quarto, apreciando o mundo que inventara para si mesma. Vendo-se nos enredos dos seus filmes preferidos, criando sua biografiamusical, moldando-se em cada personagem lido em seus livros preferidos. Não era alienada, moldava-se a qualquer situação, como água. Em muitas coisas era como todo mundo, queria o mesmo; mas adorava ser diferente no que tinha de diferente. Era um prazer enorme sentir o pensamento fluindo sem rédeas, mesmo quando este a derrubava após um solavanco. A solidão a acompanhava com um calor aconchegante, era boa companheira, mesmo quando se tornava ironicamente fria. Com ela, em noites de insônia, chorou lágrimas profundamente quentes e longas. Sufocou soluços da alma em seu travesseiro e encasulou-se no edredom; tudo pornão querer estar só já estando. Mas também ganhou palavras que lhe saltavam do peito, latentes como o sangue que fervia em suas veias. Aprendeu a estar consigo mesma, a olhar para si e até deu morada nova a sua consciência ensandecida. Aprendeu a sentir cada minuto na sua unicidade, a sentir o lado bom da saudade. No entanto, chegou ao ponto em que faz tudo sozinha, que contasó consigo mesma para absolutamente tudo. Mas ela não quer mais continuar, ela não quer só isso... deseja-se muito mais... E EU não quero a auto-suficiência..... :::Desabafado
às 19:18 por Anna Karenina (Paty).
Sexta-feira, Abril 16, 2004
Onde estão os meus quadrantes? Em que curva elíptica me perdi? Qual reta me leva para teus ondulantes pensamentos? E por qual angular caminho me dirijo? Quem sabe nos encontraremos insanos em mais uma louca e eletrifivante sinapse... By Me... Para onde exatamente eu quero voltar? Esqueci até mesmo da existência dessa existência... Para qual cidade quero partir? Não há nenhuma... quero simplesmente partir. Isso parece desejo de morte? Não, isso não! Ao contrário, sinto um terrível desejo de viver! Mas gostaria, ao menos, de ter idéia do mundo onde quero viver... já que não tenho nenhuma idéia um pouco mais definida. Em tudo e para tudo, só me restam uma extraordinária sede de viver e meu corpo casto, farto e fácil. Só essas duas coisas, nada mais. Quero tirá-los daqui para salvá-los. Meu corpo e essa minha sede de viver..... :::Desabafado
às 20:05 por Anna Karenina (Paty).
Quinta-feira, Abril 15, 2004
Tenho ânsia por carne quase crua, quente e sangrenta. Em tresloucada antropofagia engulo-me, vermelha, para ter-me somente como fogo adocicado... E assim permaneço... vivíssima imoral sedenta e, às vezes, letal! By Me... :::Desabafado
às 19:13 por Anna Karenina (Paty).
Quarta-feira, Abril 14, 2004
Desespero Exaspero Desapego Chega! Eu quero paz dançar com outro rapaz. Não tenho mais satisfação a lhe dar. Me deixe em paz. Não minto, não menti... Só sinto que não tenho que dizer tudo de mim, não há porque me cobrar isto. Sou como água, jamais conseguirá reter-me em suas mãos... Ainda mais quando eu mesma não me retenho... By Me... Não venha me dizer o que eu já sei.... Não me diga como agir, muito menos como minha consciência deva se comportar. Não venha querer me cobrar o que quer que seja. Não seja pretensioso nem arrogante em querer me conhecer completamente, quando nem eu mesma me conheço. Não seja insistente, seu poder de persuasão não funciona mais comigo.. Você julga que não sei o que é gratidão, mas como sempre, julga errado. Seiu ser grata sim e reconhecer o que todos fazem por mim. Você é que só enxerga o que quer e como quer. Por favor... me deixe em paz.... :::Desabafado
às 17:29 por Anna Karenina (Paty).
Terça-feira, Abril 13, 2004 ![]() - O que você quer dizer com tudo isso? - Porque TENHO que querer dizer alguma coisa? - Porque deve estar querendo dizer algo a alguém de outra forma. - Não. O que eu tinha para dizer para esse alguém eu já disse, e de todas as formas... - Não disse não... por isso agora você quer usar o silêncio! - Não digo nada, a ninguém, com meus silêncios. Eu os reservo só para mim. - Então porquê? - Pode ser para me dizer tudo o que nem sempre eu me deixo dizer a mim mesma. - Mas e ele? - O que tem? - Vai desistir? - Desistir de quê? - De dizer a ele... - Não tenho que desistir e já não há muito mais a dizer, ou vai ver que nunca houve mesmo, que tudo não passou de mais uma das minhas fantasias malucas. - Então o que foi tudo isso que você sentiu? - Você mesmo acabou de dizer: Foi o meu sentir... - E acha que basta? - Não, não basta. Mas foi assim e eu sorri! - E vai parar por aí? - Não há para onde seguir... nem por aqui. E quer saber? Já passou da hora de você voltar pra sua lata! - Mas... - Nopes! Basta! :::Desabafado
às 21:17 por Anna Karenina (Paty).
Segunda-feira, Abril 12, 2004
No meu medo procuro o escuro, a face oblíqua do que não digo nem a mim mesma... Na minha tristeza procuro o calor das palavras que grito de coração partindo em grossas gotas de salgado sangue rubro. Na minha ânsia percorro mares adocidados com sonhos claros e odores exóticos... Minha ânsia é a Índia. Na minha alegria volteio doidamente em meu ventre que, maduro, se entrega à colheita, ao casto camponês que espera a primavera para colher-me inteira... Na minha esperança agarro-me ao meu barco naufragado que, à deriva, procura por meu espelho cristalino no reflexo dos meus olhos castanhos. No meu amor sou criança curiosa consensiosamente liberta leal como uma mar que beija a praia em dia de ressaca. Quente em dias que o sol não brilha e mais úmida que a chuva fria... By Me... :::Desabafado
às 12:45 por Anna Karenina (Paty).
Quinta-feira, Abril 08, 2004
O tempo perdura e corre como meu pensamento... Ele não pára, nada o faz cessar e ele escorre em minha pele como grossas gotas de sangue... By Me.... Não esperei por promessas inventadas em noites frias de insônia. Não esperei por companhia em minha cama vazia... já nos amalgamamos.Não espereique a chuva me trouxesse o par, nem que a lua sorrisse seu riso aberto de gato... Não esperei o amor prometido, que criei em sonhos surreais e que bizarramente acreditei. Tentei não esperar mais pela paixão encantadoramente encantada, mas esperei pelo encanto que não é tão físico quanto a paixão e nem tão irreal quanto o amor... Tentei não ludibriar a espera de ter uam esperada surpresa.. mas acabei ludibriando a mim mesma.. não muito, na verdade, mas ludibriei. Esperei para dizer, com meus olhos rebrilhando o sorriso da lua em teus olhos, o que sempre disse coma boca colada ao teu ouvido. Esperei pelo teu racional silêncio em minha boca quente e úmida . Esperei para sentir a face em chamas ante teu sorriso tão raro. Ansiei pelo vôo alegre e urgente das borboletas em minha mente e em meu ventre... Esperei para mergulhar novamente no encnato em mim mesma. Esperei... Ainda espero, ao menos por enquanto.... :::Desabafado
às 13:10 por Anna Karenina (Paty).
Quarta-feira, Abril 07, 2004
Eu canto, eu mesma danço, sapateio sobre a garganta já rouca da minha estúpida canção.... By Me... Todo mundo já sabe muito bem da minha triste luta com o Father Murphy.... Todo mundo já sabe da minha "sorte" em ser assaltada justamente quando ando com dinheiro que não é meu. Pois é... hoje passei uma manhã pra lá de estressante por causa disso. Meu mano querido, que está nos EUA, me ligou ontem me pedindo para ir ao banco pegar uma grana que ele depositou para que eu fizesse uns pagamentos dele e da Bio que ficaram pendentes. Lá vou eu ao banco... Quase caí de costas quando vi o montante, e quando tive a certeza de ter que ficar rodando no centro da cidade fazendo pagamentos e depósitos em bancos diferentes com aquela grana toda... Meu estômago embrulhou, a cabeça doeu, perdi o apetite ( ao menos uma coisa boa!!!!), mas felizmente consegui passar ilesa... Também tinha mesmo que passar né... escondi o dinheiro na calcinha, dentro da meia e no soutien... Melhor o desconforto e o constrangimento na hora d e tirar o dinheiro dos cantos estratégicos do que o desespero! rs. :::Desabafado
às 20:36 por Anna Karenina (Paty).
Terça-feira, Abril 06, 2004
Venha, se atreva... enrosque sua língua a minha... ela já está a espera.. há eras.... By me... :::Desabafado
às 20:07 por Anna Karenina (Paty).
Segunda-feira, Abril 05, 2004 ![]() Há, lá fora, uma estrela que toda noite me espia sem nenhum pudor ou rancor... Não sei se me protege ou se diverte vendo meu rosto marcado pela grade fria e úmida da janela vazia.... By Me Final de semana bem tranquilo.... Sábado não trabalhei, e fiquei em casa fantasiada de Amélia, faxinando tudo... Estava com vontade de ir assistir ao show do Pena Branca no Sesc, mas acabou não dando pra ir, por desencontro de horários... mas sem problemas... Finalizamos o dia na casa da Erizete e foi bem divertido. Domingo fui prá praça com mamys... lá eu vi o show do Pena Branca e de outra banda que esqueci o nome, almoçamos pelas barraquinhas da feira e voltamos para ver mais um show., que foi do Edson Denizard e da banda Maha Sudra (acho que é isso mesmo!), são músicos aqui da região e que eu gosto bastante. Foi divertido.... sereno... acho que comecei a achar o caminho de volta para o meu centro. :::Desabafado
às 14:35 por Anna Karenina (Paty).
Sexta-feira, Abril 02, 2004
Numa inoportuna sensualidade, no desejo latente, quente, instintivo, me sinto cheia de frutos maduros... Quem irá colhê-los? Chegará a tempo? By Me... Preciso achar-me em alguém... Não aguento mais me encontrar apenas em mim mesma... no escuro dos meus banhos... Preciso, urgentemente ver-me em outros olhos, olhos que possam ser mais calmos que os meus. Preciso mergulhar-me em alguém além de mim mesma. Preciso de um mar inteiro... De um céu claro... e que possa ter em mim um elo..... :::Desabafado
às 20:20 por Anna Karenina (Paty).
Quinta-feira, Abril 01, 2004
Eu, Aquariana de nascimento e marciana por adoção, Portadora dos defeitos mais imperdoáveis, E dona de virtudes quiçá questionáveis. Eu, Cidadã da terra e do mundo, filha do questionamento, irmã da curiosidade, tendo por prima a insegurança. Eu, Dona de olhos que enxergam mais do que deveriam e de um coração que sente bem mais do que gostaria. Eu, Andarilha errante, Passageira clandestina, Mulher menina. Eu, Que errei muito mais que acertei Que muitas vezes meti os pés pelas mãos, E disse o que jamais deveria ser dito, E calei a palavra necessária. Eu, Feliz proprietária de um barraco de sonhos com pretensões de transformar-se um dia em castelo, Vizinha da euforia, Inquilina da tristeza. Eu, Que nada mais quis além de um pequeno pedaço de vida Onde pudesse cultivar algumas porções de felicidade, e que, Despreparada, semeei a terra infértil. Eu, Que sem ser Amélia nunca tive vaidade, Que sem ser Tereza Batista, cansei-me de guerra. Eu, Sobrevivente do meu próprio holocausto, Heroína desbravadora de minhas próprias estepes. Eu, Que escrevo com esperança de chegar a ser. O quê, ou quem, nem eu mesma sei. Eu, Imbuída de um sentimento renovador, Tomada pelo espírito de liberdade, Declaro tempos de mudanças: Instituo novos termos de responsabilidade. Crio uma nova regra: NÃO HAVERÁ REGRAS! Firmo meu termo de compromisso. Com testemunhas. De fato e de direito. Assinado, Paty (aquela... a que sobreviveu a si mesma) Essa poesia linda e perfeita não é minha, mas eu adoraria poder tê-la escrito, porque nada poderia falar melhor de mim,hoje, do que ela... Esta é da Paty, do Ensaio Geral.. Espero que você não se chateie comigo, linda, de citá-la aqui no meu cantinho. :::Desabafado
às 20:46 por Anna Karenina (Paty).
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